12 de fev de 2013

DJango Libre

Passado um pouco o afã, já consigo dizer... Nada a ver o DJango do Tarantino. Os primeiros minutos foram fantásticos e o roteiro parecia uma máquina de fazer secar os olhinhos. Nem piscavam na sala. A homenagem ao gênero spaguethi é divertida. Os clichês são ótimos. Aí entra a cena, até bem engraçada do Klu Kux Klan, KKKs ao estilo Monty Python (aliás, andei revendo o 'Sentido da Vida', que ainda funciona) e a coisa logo destoa. Depois de umas quatro horas, no meio do filme, tirando as cenas dos tomates assassinados por baixo dos panos, sempre esperados em películas do Quentin, a fita vira um James West (no mal sentido, do Wil Smith) e querem saber mais? A maquiagem do "El Jackson" nem tá tão boa assim!!!! Nos tempos do Pulp Ficction, o final seria bem diferente. A melhor cena é com o próprio diretor, mas se eu contar já vira spoiler. O lance é que agora, na era Obama, Hollywood resolveu trazer às telas a questão da escravidão, versando a história americana para o politicamentecorretês. Vide (eu não vi) o Lincoln. Quem mata a pau no filme, é o Christoph Waltz (cartaz ao lado) Galo véio!

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