31 de mai de 2010

Crônica no Diário Popular


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4 comentários:

CESAR CRUZ disse...

Sim, meu caro! Alguém tem de nos ler, certo? Excetuando-se nossas mamães (e a minha infelizmente já se foi), pelo menos que um leia o outro, assim não acabamos tão sós!

Adorei a cronica, enquanto a lia, pensava: "vou comentar citando 'Os contistas', do Scliar... Qual não foi minha decepção ao ver, lá no finalzinho, que você fez isso antes de mim!

Abraço,
Cesar Cruz, cronista também.

(comentário replicado no site do jornal)

Mari de Oliveira disse...

Olá! É fato que, nas mídias sociais, todos querem ser "ouvidos" e vistos e poucos param para "ouvir" e ver as coisas boas que se tem, resultado da expressão de alguns poetas, cronistas, artistas..entre outros pensadores, idealizadores. E estes, sentem a mesma sensação, será que alguém nota? Infelizmente, no caso do twitter, muitos seguem porque querem apenas ser seguidos sem mostrar algo de bom, para suprir a própria vaidade.
Se faz alguma coisa interessante, algo que se acredita, tem que mostrar, exibir, "chatear" mesmo.
Adorei a crônica.

Abraço,

Mari de Oliveira

Mari de Oliveira disse...

Olá! É fato que, nas mídias sociais, muitos querem ser "ouvidos" e vistos e não querem "ouvir" e ver o que há de bom, resultado da expressão de escritores, pensadores e idealizadores. Muitos seguem para serem seguidos sem mostrar algo de inteligente, para suprir a própria vaidade, porém tem gente generosa disposta sim a se enriquecer de informação e conhecimento, são poucos mas tem.
E se quer divulgar algo em que se acredita e que vai acrescentar, tem que mostrar, exibir, "chatear" mesmo. Adorei a crônica.

Abraço,

Mari de Oliveira.

Márcia Luz disse...

Olá

Além de dizer que amei essa crônica e fiquei deslumbrada com a criatividade expressa no blogue, que mais posso dizer que não seja jogar confetes?

Fico a imaginar se futuramente haverá publicação de correspondência entre escritores, tal como se vê hoje, ou se este espaço virtual já não o faz de maneira dinâmica. Assim sendo, peciso me adaptar a esta leitura fragmentada de textos com início demarcado, mas cujo fim quem saberá prever?

Um grande abraço